domingo, 23 de março de 2014

A mágica do perdão




Não, não estou falando daquela lenga, lenga religiosa: perdoai e serás perdoado ... direto pro céu, direto pro inferno, não!
Estou falando de algo mais prático, sem lenga, lenga, sem estereótipos ... Algo que deveríamos fazer sem pensar muito, assim como respirar ... Algo muito óbvio que é : Pedir Desculpas!
Parece bobo, né¿ Mas, acreditem a maioria das pessoas, mesmo tendo nítida certeza de ter ferido alguém, preferem fingir que nada aconteceu, deixar o tempo passar para ver se tudo apaga, puxar um papo cotidiano qualquer como se nada tivesse acontecido, sim, porque tudo isso é bem mais fácil do que pedir desculpas de forma sincera!
Eu discordo! E digo mais, NÃO quero esse tipo de gente na minha vida!
Quem concede mais importância ao orgulho do que ao “Errei! Não foi minha intenção te magoar, desculpe!”, simplesmente não abre as portas de seu coração e de sua alma para um crescimento verdadeiro ... Ser humilde, não é ser “pobrinho com cara de coitado”, como muitas vezes nossa sociedade pinta. Ser humilde é ter coragem para assumir quando erra e ser gentil e honesto com quem faz parte de sua vida; É baixar a guarda do orgulho e dizer a que veio sem medo de se envolver; É entregar parte de seu coração e se deixar tocar pelo outro; É assumir que precisa de ajuda de vez em quando e se permitir ser ajudado!
Talvez, a humildade seja a chave que abra a porta do perdão e desarme os corações endurecidos ...
Talvez ...

Rose Rabelo
Foto: Google Imagem

quinta-feira, 13 de março de 2014

Eu Posso ...


Posso ser música
Posso ser vento
Posso ser pra vc
Posso ser de ninguém
Posso ser assédio
Nunca tédio!
Sou intensa
Sou verdadeira
Sou instável
Sou alegre
Fico triste
Sou incansável
Estou aqui
Estou aí
Qdo vc resolver decidir, pode ser que eu não esteja mais!
Quem se mostra é encontrado ...
... E se encontra
Mesmo que se perca de vez em quando!


Rose Rabelo

terça-feira, 11 de março de 2014

Saudades ...

Oi Gentes,

Hoje me bateu uma saudades dos meus autores preferidos ... aqueles que deixei um pouco de lado por conta da agitação do dia-a-dia, pois então, vai lá um q. amo e sempre me faz chorar!

THEME FOR ENGLISH B

By Langston Hughes

The instructor said,
Go home and write
a page tonight.
And let that page come out of you---
Then, it will be true.
I wonder if it's that simple? 
I am twenty-two, colored, born in Winston-Salem. 
I went to school there, then Durham, then here 
to this college on the hill above Harlem. 
I am the only colored student in my class. 
The steps from the hill lead down into Harlem 
through a park, then I cross St. Nicholas, 
Eighth Avenue, Seventh, and I come to the Y, 
the Harlem Branch Y, where I take the elevator 
up to my room, sit down, and write this page:
It's not easy to know what is true for you or me
at twenty-two, my age. But I guess I'm what
I feel and see and hear, Harlem, I hear you:
hear you, hear me---we two---you, me, talk on this page.
(I hear New York too.) Me---who?
Well, I like to eat, sleep, drink, and be in love.
I like to work, read, learn, and understand life.
I like a pipe for a Christmas present,
or records---Bessie, bop, or Bach.
I guess being colored doesn't make me NOT like
the same things other folks like who are other races.
So will my page be colored that I write?
Being me, it will not be white.
But it will be
a part of you, instructor.
You are white---
yet a part of me, as I am a part of you.
That's American.
Sometimes perhaps you don't want to be a part of me.
Nor do I often want to be a part of you.
But we are, that's true!
As I learn from you,
I guess you learn from me---
although you're older---and white---
and somewhat more free.
This is my page for English B.
1951